POÉTICA DO EXCESSO

Remixo obras e símbolos para torcer memórias e produzir leituras. Construo palimpsestos: marcas, cortes e reaparições se acumulam em camadas até que o excesso vire linguagem. É um jeito de dar forma ao nosso tempo e à minha própria cabeça — ambos saturados, ansiosos e à beira do colapso de sentido. O cânone e a overdose de dados digitais são minha principal matéria-prima.

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